A cabana

             Nas férias, um grupo de amigos que ainda estudavam foram para uma cabana em uma outra cidade para passar as férias, mas esqueceram de chamar um amigo, então, chateado ele foi atráz deles. Na estrada eles sem querer atropelaram ele e jogaram o corpo no lago. De noite no seu quarto, Michael viu uma luz pela janela, e, cada vez ela estáva mais perto, então ele pensou: Ah deve ser só um vágalume. Então o amigo que fora atropela surgiu atráz dele e disse: Não, sou só eu. E o esfaqueou.

No outro dia de manhã Jenny e Jack foram nadar, eles eram namorados. Quando Jenny entrou na água uma coisa puxou ela, entao, quanto Jack puxou-a, tinha uma faca cravada no peito dela. Jack correu para a cabana para pedir ajuda mas o amigo que fora atropelado chegou e atirou nas pernas dele. Jack continuou se arrastando para a cabana mas o amigo atirou na cabeça dele e Jack fora morto.

O amigo atropelado entrou na cabana e viu duas amigas tomando café, entao pegou um machado e encurralou as duas. Uma amiga abraçou a outra e fincou a faca nela, então deu as mãos para o amigo e foi embora com ele.

China doll

Uma linda garota de 8 anos de idade chamada Izzy ganhou uma adorável “china doll” no seu aniversário. Ela chamava a boneca de Sam.

Um dia, Izzy brincava com Sam, até que sua mãe a chamou para dormir. Então ela ouviu murmúrios: “China doll, china doll no porão, china doll, china doll, nas escadas, china doll, china doll no quarto dos seus pais, agora eles estão mortos”. Izzy cambaleou para trás, atordoada.

Na manhã seguinte, a menina foi até o quarto dos pais e descobriu que eles haviam morrido. Ela chorava muito e seu irmão planejava o funeral. Izzy não brincou com Sam naquele dia. Foi para cama mais cedo e dormiu.

No meio da noite ela ouviu o falatório de novo. “China doll, china doll no porão, china doll, china doll, nas escadas, china doll, china doll no quarto do seu irmão, agora ele está morto”. Izzy caiu e desmaiou.

Ao acordar, foi ao quarto do irmão, ele estava morto. Ela passou o dia inteiro dentro do quarto, não era capaz de mover um músculo. A noite caiu e ela dormiu.

Ouviu as vozes pela última vez. “China doll, china doll no porão, china doll, china doll, nas escadas, china doll, china doll, no quarto dos seus pais, chia doll, china doll, no quarto do seu irmão, china doll, china doll, no seu quarto…”. Ela levantou a cabeça a tempo de ver a boneca. “Agora você está morta!”

No dia seguinte, a polícia não encontrou nenhum vestígio de assassinato. Tudo que eles ouviam, era uma risada distante. Um riso maligno que vinha de uma “china doll” de olhos e cabelos castanhos, à caça de suas próximas vítimas.

Está feliz por não ter acendido a luz?

Nataly e polly eram companheiras de quarto em um colégio interno. Nataly era uma moça humilde e solidária, já Polly era uma pessoa gótica (pessoas que só usam preto, gosta só de preto) e também era muito mal educada. Em uma noite Nataly chegou acendeu a luz e viu Polly transando e como era mal educada mandou Nataly desligar a luz. Nataly desligou e foi dormir com um disc-man. No outro dia Nataly foi pedir desculpas a Polly. Ela disse:

- Da próxima vez vê se não acende a luz!!! - na maior sem educação.

Depois de uma semana Polly estava conversando na internet com um cara que nunca tinha visto em sua vida antes. Os dois conversavam assim:

- O que você curte? - disse Polly.

- Drogas - disse ele.

- Você é o homem do tipo que eu gosto. Onde você está?

- Perto. Podemos nos encontrar?

- Sim. Em que quarto do colégio você está?

Ela nem esperou ele responder e foi se arrumar no banheiro. Quando chegou novamente no computer viu escrito: - Estou no seu quarto…

Nessa mesma hora, Nataly chegou, escutou uns sussurros. Logo pensou: “ela deve está transando novamente, não vou acender a luz” e foi dormir com seu disc-man.

No outro dia acordou e viu na cama de Polly um lenço branco manchado de vermelho, foi ver o que era… Polly havia sido morta estrangulada. Ela foi sair do quarto e estava escrito na porta “está feliz por não ter acendido a luz?”.

O suicídio do lula molusco

Quero começar dizendo que se você quer uma resposta no final, prepare-se para ficar desapontado.
Não há resposta.

Eu era um residente nos Estúdios da Nickelodeon em 2005, por causa da minha graduação em animação. Eu não era pago, claro, a maioria dos residentes não são, mas tive algumas vantagens além do aprendizado.
Para os adultos não é grande coisa, mas a maioria das crianças na época se matariam por isso, já que trabalhava com editores e animadores, eu conseguia ver os novos episódios dias antes de serem lançados.
Vou direto ao assunto sem maiores detalhes desnecessários; recentemente eles haviam criado o filme do Bob Esponja e todos os funcionários estavam sem criatividade, então demorava mais para começar a nova temporada. Mas o atraso durou mais ainda por causa de uma virada inesperada. Teve um problema com a premier da 4ª temporada que fez com que tudo e todos parassem por alguns meses.

Eu e mais dois residentes estavámos na sala de edição juntamente com os chefes de animação e os editores de som para os ajustes finais. Nós recebemos uma cópia do que seria o episódio “Medo de Hambúrger de Siri” e nos juntamos em frente à televisão para assistir.
Os animadores geralmente colocavam títulos engraçados, numa espécie de piada interna entre nós, já que a animação ainda não estava finalizada (Títulos como “Como o Sexo Não Funciona” ao invés de “Nana Neném, Conchinha”, quando Bob Esponja e Patrick adotam um filhote de ostra), nada particularmente engraçado. Então quando lemos o título “O Suicídio do Lula Molusco” não pensamos em nada além de que seria uma piada mórbida. Um dos residentes até riu do título. A música tema tocava normalmente.

A história começava com Lula Molusco praticando com sua clarineta, tocando algumas notas ruins como sempre. Ouvimos Bo Esponja rindo do lado de fora e Lula Molusco pára, gritando para o outro ficar calado, já que teria um concerto naquela noite e ele precisava praticar. Bob Esponja diz okay e vai visitar Sandy com o Patrick. As bolhas de mudança de cena aparecem e vemos o final do concerto de Lula Molusco. É quando as coisas começam a ficar estranhas.

Enquanto toca, alguns frames começam a se repetir, mas o som não (nesse ponto, o som já está sincronizado com a animação, então, sim, isso não é comum) mas quando ele pára de tocar, o som termina naturalmente, como se o corte (N/T: Quando ele parou de tocar) não tivesse acontecido. Há um leve murmuro na platéia antes de começarem a vaiarem-o. Não uma vaia normal de desenho que se ouve normalmente, podia-se ouvir malícia nela. Lula Molusco aparece em tela cheia, e ele está visivelmente assustado. O corte vai para a platéia, com Bob Esponja ao centro, e ele também está vaiando, coisa que nunca faria. E não é a única coisa estranha; o mais esquisito era que todos possuiam olhos hiper-realísticos, super detalhados, com as pupilas vermelhas. Não eram imagens de olhos de pessoas reais, mas era algo mais real que CGI.
Alguns de nós nos encaramos, obviamente confusos, mas já que não éramos os roteiristas, não questionamos ainda como aquilo poderia afetar às crianças.

A cena muda para Lula Molusco, sentado na beira de sua cama, parecendo desesperado. A vista da janela de seu quarto mostra o céu noturno, então não se passou muito tempo depois do concerto. O que mais incomodava era que não havia som. Literalmente sem som. Era como se tivessem desligado os auto-falantes da sala, embora estivessem funcionando perfeitamente.
Lula Molusco só estava sentado lá, piscando, envolto em silêncio por 30 segundos, então ele começou a soluçar baixinho. Ele colocou suas mãos (tentáculos) sobre seus olhos e começou a chorar silenciosamente por um minuto ou mais, tudo isso enquanto o som de fundo ia aumentando devagar, tornando-se nada mais que um som bem difícil de distinguir. Parecia mais como uma brisa passando por uma floresta.

A tela lentamente começou a se aproximar de seu rosto. Quando digo devagar, quero dizer que só se pode notar a aproximação se você olhar as cenas separadamente.
Seus soluços aumentam, cada vez mais cheios de dor e raiva. A tela treme um pouco, como se fosse torcida, por alguns segundos e depois volta a o normal. O som de vento-através-das-árvores fica cada vez mais alto e mais severo, como se uma tempestade estivesse se aproximando. A parte mais estranha era o som e os soluços do Lula Molusco. Eram tão reais, como se o som não viesse dos auto-falantes. O som do estúdio já era de boa qualidade, então eles não possuíam um equipamento tão avançado a ponto de produzir um som daqueles.

Além do som do vento e dos soluços, bem baixo, podia-se ouvir um som parecido com o de risadas. Vinha em intervalos aleatórios e não durava mais que um segundo, então demorava para percebê-lo (assistimos ao episódio duas vezes, então me perdoe se algumas coisas soam muito específicas, mas eu tive bastante tempo para analisá-las).

Depois de 30 segundos disso, a tela embaçou e tremeu violentamente, e alguma coisa apareceu rapidamente nela, como se um único quadro tivesse sido trocado. O animador principal pausou e voltou quadro a quadro. O que vimos era horrível.
Era a foto de uma criança morta. Ele não tinha mais do que 6 anos. O rosto estava desfigurado e ensanguentado, um olho estava pendurado para fora de seu rosto contorcido. Ele estava nu, exceto pela roupa de baixo, seu estômago fora aberto violentamente, e suas entranhas jaziam ao seu lado.
Ele esteva deitado em uma espécie de pavimento, provavelmente uma estrada. A parte mais assustadora era a sombra do fotógrado. Não havia fita de isolamento, nem marcadores de evidência, e o ângulo era totalmente diferente daqueles para foto policial. Parecia que o fotógrafo era a pessoa responsável pela morte da criança.

Nós estávamos, obviamente, mortificados, mas continuanos, esperando que fosse apenas uma piada doentia. A tela voltou para Lula Molusco, ainda soluçando, mas mais alto que antes, e metade de seu corpo aparecia na tela agora.
Algo parecido com sangue escorria de seus olhos. O sangue também era hiper-realista, parecia que você podia tocá-lo e sentí-lo nos dedos. O vento agora soava como se um vendaval açoitasse a floresta; havia até o som de galhos se partindo. A risada, um barítono profundo, aparecia em intervalos maiores e durava mais.
Depois de 20 segundos, a tela tremeu novamente e mostrou um único frame diferente. O editor estava relutante em voltar a cena, todos nós estávamos, mas sabíamos que tínhamos que fazer.
Dessa vez a foto era do que parecia ser uma garotinha, não muito mais velha que a primeira criança. Ela estava deitada de barriga pra baixo, em uma poça de sangue. Seu olho esquerdo estava saltado para fora da órbita e ela estava nua, exceto pela roupa de baixo. Suas entranhas estavam empilhadas sobre um corte em suas costas.
Novamente o corpo estava na rua, e a sombra do fotógrafo era visível, muito similar no tamanho na forma vistos na primeira foto. Eu me segurei para não vomitar, e outra residente, a única mulher da sala, saiu correndo.

O episódio continuou. 5 segundos após a segunda foto ter aparecido, Lula Molusco ficou em silêncio, como quando essa cena toda começara.
Ele abaixou seus tentáculos e seus olhos estavam hiper-realistas, como os dos outros no começo do episódio. Eles sangravam, estavam injetados, e pulsavam. Ele apenas encarou a tela, como se assistisse ao espectador. Depois de 10 segundos, ele começou a soluçar novamente, dessa vez não cobrindo seus olhos. O som era profundo e alto, e agora estava misturado à gritos, o que era ainda mais amedrontador. Lágrimas e sangue corriam por sua face pesadamente. O som de vento voltara, assim como a voz que ria, e dessa vez a próxima foto que aparecera durou por cinco quadros.

O animador conseguiu parar a cena no quarto quadro. Dessa vez a foto era de um garoto, da mesma idade da criança da foto anterior, mas dessa vez a cena era diferente: As entranhas estavam sendo puxadas para fora de um corte no estômago por uma mão grande. O olho direto estava pendurado, sangue jorrava dele.
O animador continuou. Era difícil de acreditar, mas a foto seguinte era a mesma, mas havia algo de diferente nela, algo que não conseguíamos perceber exatamente. O animador voltou para o primeiro quadro e os acelerou. Eu vomitei no chão e os editores de animação e som ficaram mortificados com o que viram.
Os cinco quadros, quando acelerados juntos, pareciam quadros de um vídeo. Podíamos ver a mão lentamente erguer as tripas da criança, vimos os olhos dela focarem-se em seus assassino, nós até vimos, em dois frames, a criança piscar.
O diretor de edição de som nos mandou parar, ele tinha que ligar para o criador da série e mandá-lo ver aquilo. Mr. Hillenburg chegou depois de 15 minutos. Ele estava confuso com o porquê de ter sido chamado ali, o editor continuou o episódio.

Após aqueles quadros terem passado, toda a gritaria e todo som parara novamente. Lula Molusco estava apenas encarando o espectador, seu rosto estava na tela toda, ficou por três segundos.
A cena afastou-se e aquela voz profunda disse “FAÇA”. Podemos ver uma arma nas mãos de Lula Molusco.
Imediatamente ele coloca a arma em sua boca e puxa o gatilho. Sangue e cérebro bem realistas espalharam-se na parede atrás dele e em sua cama, ele voou para trás com a força do tiro.
Os últimos cinco segundos do episódio mostrava seu corpo na cama, um olho pendurava-se para fora do que restava de sua cabeça, encarando o nada. Então o episódio acabou.

Mr. Hillenburg obviamente ficou furioso com aquilo. Ele imediatamente quis saber o que diabos estava acontecendo. Muitas pessoas já haviam deixado a sala àquela altura, então apenas alguns de nós assistimos ao episódio novamente.
Ver o episódio mais uma vez apenas colaborou para fixar mais ainda tudo na minha mente e me causar pesadelos terríveis. Me arrependo de ter ficado.


Lúcia:

Lúcia tinha acabado de se mudar, e, como qualquer garotinha de 10 anos estava triste, a garota era muito esperta, e, os psiquiatras que a menina frequentou disseram que a garota tinha idade mental de uma garota de 14 anos.

Ela gostava muito de ler e conhecia sobre quase tudo, um dia, seus pais lhe disseram:

- Lúcia, já está na hora de você escolher sua religião, sabemos que você leu tudo sobre o assunto e conhece tudo sobre cada uma delas.

No dia seguinte, Lúcia deu a resposta:

- Pai, mãe, sou espírita!

Os pais assustados responderam:

- Mas por quê?

A garota não titubeou e respondeu:

- Meu amigo me falou para seguir essa religião, vocês sabiam que ele já morreu há 30 anos e que ele mora aqui em casa?

Os pais obviamente não acreditaram na menina e ignoraram o fato, já que não acreditavam em tal coisa.

Passaram-se 2 anos, e, a filha começou a mudar muito, parecia muito mais madura, e, disse que teria que voltar para sua casa, os pais sem entender nada, disseram que ela estava ficando maluca, e não a deixaram sair de casa.

Dois dias depois, apareceu um homem com aparência velha e com a cara toda enrugada ao lado de Lúcia, na hora do jantar.

- Papai, mamãe, esse é aquele meu amigo que morreu há 30 anos de quem eu falei para vocês.

Os pais, assustados, apenas ouviram do homem:

- Ela tem de voltar para casa comigo.

E assim foi feito, em um instante Lúcia e seu amigo desapareceram e seus pais nunca mais tiveram notícias dela.

Passaram-se cinco anos, os pais da garota já haviam tido outra filha, em uma certa noite, a garota falou:

- Papai, mamãe, eu preciso morrer, minha irmã me disse que já está tudo preparado para mim.

Os pais ficaram impressionados, pois, a filha nunca soube antes que os pais tiveram outra filha, assim, depois de dois dias, a garota apareceu morta e no chão, do lado da garota, estava apenas um recado de Lúcia:

- Vocês não podem ter mais filhos, achei que tivessem entendido quando fui embora.

E então o casal nunca mais teve filhos.


A velha:

Há alguns meses atrás, a prima do meu amigo (uma mãe solteira) ganhou de aniversário um novo celular. Após um longo dia de trabalho ela pôs seu celular na mesa e começou a assistir TV, quando, após vir do colégio, seu filho veio a ela e perguntou se ele poderia brincar com o aparelho novo. Ela permitiu, mas disse a ele que não ligasse para ninguém ou mandasse mensagens de texto, ao que ele imediatamente concordou.

Por volta das 11:20 da noite, quando ela se cansou de assistir TV, decidiu chamar seu filho e ir dormir. Andou até o quarto dele, apenas para ver que ele não estava lá. Então foi para seu próprio quarto para achá-lo dormindo em sua cama com o celular na mão. Navegando por seu celular, ela percebeu apenas pequenas mudanças como um novo papel-de-parede, toque de chamada, etc. e navegou para a seção de fotos.

Começou deletando as últimas fotos pegas até quando chegou à última imagem. Quando viu aquilo pela primeira vez, não pôde acreditar. Era seu filho, dormindo em sua cama, mas era como se a foto tivesse sido tirada por alguém além dele. Era a metade esquerda de algo que aparentava ser o rosto de uma mulher idosa.

Cabana:

Havia um caçador na mata, que, após um longo dia de caça, estava no meio de uma imensa floresta. Estava escurecendo, não sabendo o que fazer, ele decide andar em uma única direção até achar um lugar bom para ficar. Depois do que pareceu horas, ele chegou à uma cabana localizada em uma abertura da floresta. Percebendo que já estava escuro demais, ele decide ver se poderia ficar por aquela noite. Ele se aproximou e olhou pela abertura da porta. Não havia ninguém dentro. O caçador entrou na casa e se deitou na cama de solteiro, decidido que se explicaria para o dono na manhã seguinte. Ele olhou em sua volta e foi surpreendido ao ver que as paredes eram decoradas por vários retratos, todos pintados com incríveis detalhes. Sem excessão, eles pareciam estar olhando para ele, eles pareciam moldados com feições retorcidas em ódio. Olhando para os retratos ele ficava imensamente desconfortavel. Fazendo esforço para ignorar os rostos raivosos, ele se virou para a parede, e exausto, caiu no sono. 

Com o rosto enfiado em uma cama desconhecida, ele se vira cegado por um inesperado raio de sol. Olhando para cima, ele descobre que a cabana não tinha nenhum retrato, apenas janelas.

O hotel:

Um jovem empresário, em uma viagem de negócios passa por uma estrada, cai a noite e ele para na frente de um hotel. Decidindo que seria mais seguro não dirigir de noite em rodovias sem iluminação, decide passar a noite no hotel. Ele se dirige ao balcão e é prontamente atendido por uma simpática garota, que lhe dá a chave do último quarto do corredor. 

Quando está no caminho para seu quarto, ele nota que de frente para o seu, há um quarto sem marcação (número). Com curiosidade ele olha pela fechadura do quarto e vê uma mulher extremamente pálida de costas para a porta, olhando para a janela. Sem nada estranhar ele vai dormir. No outro dia ele acorda e resolve olhar de novo, e tudo que vê é vermelho. Ele logo pensa “provavelmente a mulher notou que eu estava olhando e colocou algo vermelho para bloquear a fechadura. Depois, não aguentando a curiosidade, ele, quando já está saindo do hotel, pergunta à garota que fica no balcão: 

"Quem é aquela mulher do quarto à frente do meu?"

A garota olha surpresa, e responde:

"Naquele quarto, uma vez, ficou uma família. O pai assassinou a mulher e os filhos, se matando depois. E a característica mais marcante era que eles tinham todo o corpo branco, exceto pelos olhos que eram vermelhos."

O assassino:

Você está sozinho em casa e escuta no noticiário sobre a descrição de um assassino que está foragido.

Você olha atráves de sua porta de vidro para o jardim, e percebe um homem parado na neve,ele bate igualmente com a descrição dada do assassino,e está sorrindo para você.

Você soluça, pega o telefone a sua direita e liga para a policia.

Você olha de volta para o vidro ao mesmo tempo em que pressiona o telefone em suas orelhas e percebe que ele está muito mais perto de você agora.

Você derruba o telefone em choque,não há pegadas na neve.

É o reflexo dele.

A estátua:

A alguns anos atrás, uma mãe e um pai decidiram tirar um descanço, então eles sairam para jantar na cidade. Eles chamaram sua babá de mais confiança. Quando a babá chegou, as duas crianças já estavam durmindo. Então a babá se sentou perto delas e verificou se tudo estava bem. Mais tarde nessa noite ela ficou com tédio e foi ver TV, mas ela não conseguiu ver na sala porque não havia TV a cabo (os pais não queriam que as crianças ficassem vendo lixos na TV). Então ela ligou para os pais e perguntou se ela poderia ver TV no quarto de casal. Obviamente, os pais permitiram, mas a babá tinha um pedido final…. ela perguntou se poderia cobrir a estátua do palhaço que estava no quarto das crianças com alguma toalha ou cobertor, porque ele a deixava nervosa. O telefone ficou em silêncio por um momento, e o pai que estava no telefone com a babá falou, “..Leve as crianças para fora de casa agora… nós estamos chamando a polícia. Não temos nenhuma estátua de palhaço.

A polícia achou os três corpos dos ocupantes da casa mortos depois de cinco minutos da chama. 

Nenhuma estátua foi encontrada.